Mostrando postagens com marcador Vanessa Leonardi. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vanessa Leonardi. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 21 de março de 2011


"... Desapaixonar-se dos medos. Dos nãos que secam a alegria de viver. Alimentar-se de memórias deliciosas e conversas entre você e suas saudades. Dessas que ninguém pode tirá-las de ti. Apaixonar-se por um sorriso. Por alguém. Por uma ideia louca que você pode ser na vida de alguém. Apaixonar-se por você.

Não faz mal se chorar muitas ou algumas vezes. Chorar sempre faz chover, penso assim. E chover, sempre faz nascer. Ta vendo? No fim tudo volta a ser começo. Fica sempre tudo bem, meu bem. Sempre.

Descobrimos com o tempo que as palavras mais comuns são as mais deliciosas de serem ouvidas. Às vezes dificílimas de serem ditas. Descobrimos com o tempo que afinal pouco é muito.

Não sei se sou mais otimista do que as outras pessoas, mas sei que sou. Não sei se quero mais e com mais força o que quero do que as outras pessoas, mas sei que só sei ser assim. Não sei se sou mais ou se sou menos, se sou igual ou se sou diferente.

Sei que sou assim, de bem com a vida. Nem sempre, mas hoje sim."


Vanessa Leonardi
http://caixamgica.blogspot.com/

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010


"Agora assim, olhando por cima do ombro ainda fazia por aceitar coisas que não são de fato lembranças. São só o resultado de uma espécie de brincadeira. Dessas que o tempo deixou pra trás. Um tipo de telefone sem fio, essa 'tecnologia' de inventar.


Olhar para trás pode ser visto também como um tipo de segunda chance. Ou seja, tentar de novo mas, sem a ignorância da primeira vez. Pensamento costumeiro de quem tem uma visão caleidoscópica das coisas. Cores. Formas. Jogos. Enganos. Disfarce. Reprise. Novidade. Acertos!


Numa espécie de filme, acompanhava o desenrolar do tempo sentada no lombo de um cavalo. Balança pra lá, balança pra cá. Tudo seguia numa desordem mansa, sem roteiro. Aos montinhos as esperanças iam se acumulando nos cantos. Só a espera de um vento pra tomarem força e fazer verdade.


Quem tem um olhar de mil auroras não sabe mais como olhar pra baixo. E mesmo assim quanto tentam tapar um dos olhos, contorna dizendo que é pirata. Ganha e perde a vida com alegria. Sai pra colher flores todo dia, mesmo as de plástico.

Desaprendi de ser adulta. Acho que a vida tem mesmo dessas delicadezas: na hora certa termina uma história e muda o assunto"



Vanessa Leonardi

http://caixamgica.blogspot.com/